As investigações sobre o homicídio que abalou o município de Marabá avançaram significativamente. A Polícia Civil realizou a prisão de Weverson Ribeiro da Silva, de 22 anos, apontado formalmente pelas autoridades como o homicida responsável pelo brutal assassinato da recepcionista Marli Pereira, de 40 anos. A captura traz um desfecho inicial sobre a autoria de um crime que gerou forte clamor popular e uma intensa cobrança por justiça por parte de familiares, amigos e colegas de trabalho da vítima.

Marli era uma figura amplamente querida e respeitada na comunidade local. Ela trabalhou dedicadamente por 11 anos no Grupo Correio de Comunicação, onde exercia suas funções na recepção. Conhecida por seu profissionalismo e carisma, sua perda trágica deixou um vazio profundo em todos os que conviviam com ela.
O acusado e a vítima trabalhavam no mesmo endereço profissional, o Grupo Correio de Comunicação. Enquanto Marli atuava no atendimento, Weverson exercia funções no setor da gráfica da empresa.
O trágico caso teve início na manhã do dia 10 de março de 2026. Após um sumiço incomum da recepcionista logo nas primeiras horas do dia, o que acendeu o alerta de seus conhecidos, buscas começaram a ser realizadas. Infelizmente, por volta das 11h30 daquela mesma terça-feira, o corpo de Marli Pereira foi encontrado sem vida, boiando nas águas do Rio Tauarizinho. O achado macabro ocorreu próximo ao loteamento Cidade Jardim, logo abaixo da ponte da Rodovia Transamazônica.

O delegado Antônio Mororó e sua equipe de investigação ressaltaram o empenho total da corporação para elucidar o caso, destacando que não haverá espaço para a impunidade na região. "A resposta rápida e a prisão são reflexos de um trabalho técnico e incansável", pontuou a equipe policial.
Com a prisão e o esclarecimento da autoria, a sociedade de Marabá e os familiares esperam que o processo judicial siga com rigor e que a aplicação da pena seja exemplar, servindo como uma demonstração firme de que crimes violentos não ficarão impunes.